02 janeiro 2018

Retrospectiva - Melhores do Ano




Olá, queridos leitores! 2018 já está aí e por essa razão, é claro que acaba sendo inevitável refletir um pouco sobre as leituras que realizamos no decorrer desses doze meses e fazer um balanço para constatar o que pesou mais: histórias boas ou histórias ruins. Em 2017 eu li 63 livros e apesar de não ter cumprido a minha meta, que era ler 70, estou muito contente pois li muitos livros maravilhosos e incríveis. Tanto que foi uma tarefa difícil selecionar apenas os 10 melhores, mas depois de muito pensar e relembrar os sentimentos que tive com essas histórias, consegui selecioná-los!
Estou mostrando-os por ordem de leitura. Confiram:







Uma história sobre um pai e seu filho autista, e sobre um jogo que mudou suas vidas. Alex ama sua família, mas tem dificuldade em se conectar com Sam, o filho autista de oito anos. A tensão crescente da rotina leva seu casamento ao ponto de ruptura. Jody não aguenta mais o marido ausente e que pouco participa da vida do filho. Então Alex vai morar com o melhor amigo, e passa a dormir no colchão inflável mais desconfortável do mundo. Enquanto Alex enfrenta a vida de homem separado, cumpre a função de pai em meio-expediente e é confrontado com segredos de família há muito enterrados, seu filho começa a jogar Minecraft. E o que acontece depois disso é algo que nem Alex, nem Jody, nem Sam poderiam imaginar. Inspirado no relacionamento do autor com seu filho autista, O Menino Feito de Blocos é um livro emocionante, engraçado e verdadeiro sobre o poder da diferença e sobre um menino para lá de especial.


Esse é um dos livros mais lindos que já li na vida! Não há como não se emocionar com essa história. Vemos um pai todo perdido e cheio de defeitos, com um casamento ruindo, se vendo obrigado a melhorar de vida e principalmente seu relacionamento com o filho autista, do qual nunca conseguiu compreender muito bem. Eu nunca havia lido uma história que tratasse do autismo de alguma forma e como o autor do livro se baseou em suas próprias experiências, pôde tornar essa história muito verdadeira. É um livro muito bonito que nos traz uma nova perspectiva de vida!




Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, tornou-se a assassina real depois de vencer a competição do rei e se livrar da escravidão das Minas de Sal de Endovier. Mas sua lealdade nunca esteve com a coroa. Tudo o que deseja é ser livre — e fazer justiça. Nos arredores do castelo, surgem rumores a respeito de uma conspiração contra misteriosos planos do rei, mas antes de cuidar dos traidores, Celaena quer descobrir exatamente que planos são esses. O que ela não imaginava é que acabaria em meio a uma perigosa trama de segredos e traições tecida ao redor da coroa. Enquanto a amizade entre ela e o capitão Westfall cresce cada vez mais, o príncipe Dorian se afasta, imerso em seus próprios dilemas e descobertas. A princesa Nehemia acaba se tornando uma conselheira e confidente, mas sua atenção está mais voltada para outros assuntos. Em Adarlan, um segredo parece se esconder por trás de cada porta trancada, e Celaena está determinada a desvendar todos eles para proteger aqueles que aprendeu a amar. Mas o tempo é curto, e as ameaças ao redor castelo de vidro estão cada vez mais próximas. Quando menos se espera, uma trágica noite mudará a vida de todos no reino, e mais do que nunca Celaena quer descobrir a verdade para fazer justiça.

É algo raro eu me cativar tanto por histórias de fantasia, mas essa me instigou tanto que o devorei em poucos dias! Amei a protagonista que a autora criou e esse segundo volume conseguiu ser ainda melhor que o primeiro, já que há um envolvimento amoroso entre a assassina e Chaol, um dos meus crushes literários. Estou muito ansiosa para ler os próximos volumes e espero conseguir ler todos no ano que vem!



Giverny é uma cidadezinha mundialmente conhecida, que atrai multidões de turistas todos os anos. Afinal, Claude Monet, um dos maiores nomes do Impressionismo, a imortalizou em seus quadros, com seus jardins, a ponte japonesa e as ninfeias no laguinho. É nesse cenário que um respeitado médico é encontrado morto, e os investigadores encarregados do crime se veem enredados numa trama em que nada é o que parece à primeira vista. Como numa tela impressionista, as pinceladas da narrativa se confundem para, enfim, darem forma a uma história envolvente de morte e mistério em que cada personagem é um enigma à parte - principalmente as protagonistas. Três mulheres intensas, ligadas pelo mistério. Uma menina prodígio de 11 anos que sonha ser uma grande pintora. A professora da única escola local, que deseja uma paixão verdadeira e vida nova, mas está presa num casamento sem amor. E, no centro de tudo, uma senhora idosa que observa o mundo do alto de sua janela.

Esse, com toda a certeza, está em primeiro lugar na lista de favoritos do ano. O li no início de fevereiro e até hoje a história permanece ecoando em mim. Queria ser capaz de encontrar as palavras perfeitas para expressar o quanto Ninfeias Negras me impactou. Que eu amo histórias de suspense já não é novidade, mas não esperava me surpreender tanto com a resolução dos mistérios e me encantar por cada detalhe. Lembro-me de ter chorado bastante no final! Se não leram esse livro incrível ainda, não sabem a história maravilhosa e arrebatadora que estão perdendo!



A história que deu origem ao filme Lion: uma jornada para casa, com Dev Patel.
Aos 5 anos, Saroo pede ao irmão mais velho que o deixe acompanhá-lo à cidade onde ele passava os dias em busca de dinheiro e comida. Durante a viagem, o menino adormece. Ao despertar, confuso, se vê sozinho na estação de trem. Ele não sabe onde está o irmão, mas vê um trem parado. Imaginando que Guddu poderia estar lá dentro, Saroo embarca no vagão, e isso o faz atravessar a Índia. Sem saber ler nem escrever, e sem ideia do nome de sua cidade natal ou do próprio sobrenome, ele é obrigado a sobreviver sozinho nas ruas de Calcutá até ser levado para uma agência de adoção e ser escolhido por um casal australiano. Os anos se passam e, ainda que se sinta extremamente agradecido pela nova oportunidade que os Brierleys lhe proporcionaram, Saroo não esquece suas origens. Até que, com o advento do Google Earth, ele tem a oportunidade de procurar pela agulha no palheiro que costumava chamar de casa, e investiga nas imagens de satélite os marcos que poderia reconhecer do pouco que se lembra de sua cidade. Um dia, depois de muito tempo de procura, Saroo encontra o que buscava, mas o que acreditava ser o fim da jornada é apenas um novo começo.

Eu geralmente não me sinto disposta a ler histórias autobiográficas, mas o que aconteceu com Saroo foi algo tão terrível e absurdo que senti uma grande necessidade de conhecer a sua história. É impossível não sentir uma forte empatia por cada dificuldade que ele vivenciou na infância, chegando a estar tão próximo da morte. O final do livro é muito comovente, definitivamente, é o tipo de história que nos faz sentir um pouquinho de esperança.



Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos.
Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo. Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes que ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mau, do mestre do suspense, cuja visão sobre a mente deste obcecado assassino insano é arrepiante e inesquecível.

Aqui o Stephen King nos mostra um lado da escrita bem diferente que estamos habituados a ver: ficção policial. E para acrescentar, ele inseriu um certo diferencial na história, nos deixando acompanhar os passos do mocinho e do vilão ao mesmo tempo. O clímax se encontra na expectativa do momento em que os lados adversários irão se confrontar! Adorei essa história e o modo que o vilão foi moldado, ele consegue nos assustar por parecer tão real!



Depois de quatro anos e meio, John Smith acorda de um coma causado por um acidente de carro. Junto com a consciência, o que John traz do limbo onde esteve são poderes inexplicáveis. O passado, o presente, o futuro – nada está fora de alcance. O resto do mundo parece considerar seus poderes um dom, mas John está cada vez mais convencido de que é uma maldição. Basta um toque, e ele vê mais sobre as pessoas do que jamais desejou. Ele não pediu por isso e, no entanto, não pode se livrar das visões. Então o que fazer quando, ao apertar a mão de um político em início de carreira, John prevê o que parece ser o fim do mundo?






Admito que não é uma das melhores histórias de Stephen King, mas esse livro me prendeu tanto que decidi colocá-lo aqui. A zona morta foi criada de uma forma diferente, onde há vários acontecimentos e reviravoltas interessantes que acontecem com o protagonista. O diferencial é que o conflito principal consome uma parte muito pequena do livro, e mesmo assim, me deixou completamente instigada até o final. O dom que o protagonista tem (e as falhas dele) é um dos pontos que faz essa história ser tão legal!



Especialmente para os fãs de John Green e Rainbow Rowell, apresentamos uma destemida heroína e sua inesquecível história sobre empoderamento feminino, bullying, relação mãe e filha, e a busca da autoaceitação. Sob um céu estrelado e ao som de Dolly Parton, questões como o primeiro beijo, a melhor amiga, a perda de alguém que amamos demais e “estou acima do peso e ninguém tem nada com isso” fazem de Dumplin’ um sucesso que mexerá com o seu coração. Para sempre. Gorda assumida, Willowdean Dickson (apelidada de Dumplin’ pela mãe, uma ex-miss) convive bem com o próprio corpo. Na companhia da melhor amiga, Ellen, uma beldade tipicamente americana, as coisas sempre deram certo... até Will arrumar um emprego numa lanchonete de fast-food. Lá, ela conhece Bo, o Garoto da Escola Particular... e ele é tudo de bom. Will não fica surpresa quando se sente atraída por Bo. Mas leva um tremendo susto quando descobre que a atração é recíproca. Ao contrário do que se imaginava – a relação com Bo aumentaria ainda mais a sua autoestima –, Will começa a duvidar de si mesma e temer a reação dos colegas da escola. É então que decide recuperar a autoconfiança fazendo a coisa mais surreal que consegue imaginar: inscreve-se no Concurso Miss Jovem Flor do Texas – junto com três amigas totalmente fora do padrão –, para mostrar ao mundo que merece pisar naquele palco tanto quanto qualquer magricela.

Esse livro lindo contém uma das protagonistas mais empoderadas que já conheci nesse mundo literário! Me encantei profundamente por ela e senti uma forte empatia por cada uma de suas inseguranças. Se trata de um young adult fofo e delicado, e mesmo tendo um romance fofo no ar, não deixa de nos colocar pra refletir sobre temas muito importantes, como a presença da gordofobia na sociedade, representatividade, quebra de padrões e autoestima. Na minha opinião, é uma história que todas as meninas deveriam conhecer, especialmente as adolescentes, já que nessa fase começam a se sentir pressionadas a terem um corpo perfeito somente porque a sociedade impõe isso.





Um thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor.
Todas as manhãs, Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas dágua, pontes e aconchegantes casas.
Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes a quem chama de Jess e Jason , Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess na verdade Megan está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota No Trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.

Admito que demorei muito para conhecer esse livro, mas antes tarde do que nunca, né? E mesmo me sentindo receosa para fazer a leitura devido a tantas opiniões divergentes sobre a mesma, eu amei! A escrita da autora é muito fluída e instigante, e me impeliu a elaborar diversas teorias diferentes sobre o mistério. Somos apresentados a vários personagens suspeitos, o que acaba prendendo ainda mais a nossa atenção ao livro. Com certeza eu não poderia deixá-lo de fora da lista, e espero para o ano que vem conhecer mais obras da autora.




Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior?
Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 , que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells.

Essa foi outra grande surpresa do ano! Afinal, eu mal leio histórias de ficção científica, ainda mais somando o fato de que se trata de um grande clássico. Posso dizer que me surpreendi positivamente com cada detalhe da obra. O autor escreve de um modo que te faz sentir na pele a invasão dos marcianos e reconhecer todas as consequências de ter o mundo destruído por eles. É fácil visualizá-los e sentir medo pelo protagonista-narrador. Algo que gostei muito são as reflexões que o livro nos propõe, como o fato de não sermos tão diferentes assim em comparação aos marcianos, já que existem seres que julgamos inferiores a nós também.



Drácula, de Bram Stoker, é a mais famosa história de vampiro já escrita, embora não tenha sido a primeira a descrever a malignidade dos mortos-vivos — muito menos a última.
Em comemoração aos 120 anos de publicação de Drácula, esta antologia única reúne 25 contos raros escritos entre 1867 e 1940 por autores igualmente geniais, como Sir Arthur Conan Doyle e M.R. James.
Herdeiros de Drácula é um verdadeiro banquete para todos os aficionados por literatura fantástica e sobrenatural, um delicioso mergulho na história desses seres fascinantes e assustadores.

Eu não tenho o hábito de ler contos, mas essa antologia de contos vampirescos é tão boa que eu não poderia deixar de fora da lista. Apesar de ser um livro grande, é muito fácil passar horas lendo, pois mesmo os contos fazendo parte da categoria dos clássicos, eles possuem uma narrativa extremamente fluída e gostosa. Amei ver o vampiro sendo caracterizado das mais distintas formas! Esse livro me deixou ainda mais com vontade de conhecer Drácula, que com certeza lerei em breve!



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11 comentários:

  1. Puxa, eu só não fiquei bem vendo A Garota no Trem entre os melhores..rs Eu sou do contra e este livro não me pegou de jeito nenhum. Aliás, o li duas vezes, antes e depois do filme e fiquei na mesma opinião. Mas é questão de gosto né?
    Dumplin é um dos mais desejados e não vejo a hora de poder ler e também ver a adaptação no cinema.
    Ninféias Negras está na lista de desejados e espero poder ler ele em breve.
    Falar do Mestre King é difícil, apesar de não ter lido nenhum destes dois livros dele ainda.
    Beijo

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  2. Amanda!
    Que bom ver os melhores do ano passado na sua opinião.
    Não li nenhum dos livros, mas amo KIng e queria poder ler A garota do trem e Ninfeias Negras, estão na minha lista para leitura desse ano, vamos ver se consigo.
    Desejo uma semana abençoada e Um Novo Ano repleto de realizações!!
    “O objetivo de um ano novo não é que nós deveríamos ter um ano novo. É que nós deveríamos ter uma alma nova.”(G. K. Chesterton)
    cheirinhos
    Rudy
    1º TOP COMENTARISTA do ano 3 livros + Kit de papelaria, 3 ganhadores, participem!

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  3. Tenho o ninfeia negra e estou louca para lê-lo. Outro autor que acho muito interessante é o Stephen king estou bem ansiosa para ler as obras dele.

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  4. Oi Amanda!
    Ansiosa pra conhecer os livros, a história de Guerra dos mundos e A garota do trem eu conheço apenas pelos filmes, mas qro mto ler os livros tbm...
    Bjs!

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  5. Que bom que em 2017 você leu muitos livro maravilhosos e incríveis, das suas melhores leituras do ano o único livro que já li foi A Garota no Trem, e foi uma leitura que gostei muito, já os demais livros ainda não li, mas pretendo ler os livros Coroa da Meia-Noite, Ninfeias Negras, Uma longa jornada para casa, Mr. Mercedes, A Zona Morta e Dumplin.

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  6. Oi Amanda!
    Admito que dessa lista só li A Garota No Trem e eu amei muito!
    Dumplin está na tbr faz tempo, mas nunca consigo colocar ele como prioridade suauhsauhs espero conseguir conhecer mais desses títulos em breve! <3

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  7. Uau, já ouvi falar tanto desses livros, Só li Coroa da meia-noite e posso te garantir que os próximos livros são melhores ainda, menos o terceiro que é um pouquinho lento, mas o final é incrível <3 Vou colocar os outros citados no post para ler esse ano :)

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  8. Oi Amanda!
    Fico feliz de ver que Stephen King também faz parte da sua lista, o cara manda muito bem.
    A garota no trem é um livro que ainda não consegui terminar de ler, comecei duas vezes e infelizmente a leitura não rendeu, apesar disso assisti a adaptação e adorei, por isso vou tentar a leitura de novo.
    Bjs

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  9. O menino feito de blocos vou me emocionar muito se eu ler, conheço um menino e uma menina autista e com a convivência que ja tenho sei as dificuldades enfrentadas mas ao mesmo tempo como eles continuam sendo maravilhosos, e como o uso de ferramentas como os jogos podem mudar a vida de cada criança. Realmente é muito tocante. O trono de vidro ainda nao li mas depois que conheci a Sarah e me apaixonei pela escrita dela com a coleção da corte eu ja quero ler todos os livros que ela escreveu na vida kkkk Sobre os do Stephen em 2017 eu meio que viciei em terror, psicológico e policial então já tenho candidatos pra 2018, a garota do trem ja está até na meta kkkk Uma longa jornada pra casa parece ser aqueles livros que tocam, com certeza são livros que todos precisam ler e ahhh vampiros eu tenho um caso de amor com todos os livros dessas criaturas há muitos anos, amo de paixão e sempre disposta a ler mais e mais kkkkk Ótima lista de melhores, recomendarei paras as famílias das crianças autistas que eu conheço o primeiro porque por mais que pra eles seja mais emocionante sao histórias que dizem algo a mais que pode ajuda-los.

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  10. AHHHHH tem a rainha Sarah J. M. nesse lista e já posso dizer que te considero muito kkk mana, eu posso ser bem sincera que eu não tenho os melhores livros do ano passado sabe porque por mais que eu tenha gostado de alguns, uns a mais que outros, eu não tive um livro do tipo " meu mundo caiu depois de ler esse livro e não sei me recuperar ", se eu tivesse que fazer essa lista eu sei que ia estar o ultimo volume de corte de espinhos e rosas ... é só esse que eu tenho certeza mesmo, o resto segue o baile. Mas obrigada pelo post.

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  11. Acho que o único livro que não me chamou atenção foi Uma Jornada para casa eu estava muito tempo querendo ler esses dois livros do Stephen King mas eu estou lendo o livro que ele lançou com filho dele belas adormecidas e não sei quando vou terminar visto que o livro é enorme mas eu também quero muito ler esse livro O Menino feito de blocos achei muito interessante e insensível

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