13 fevereiro 2017

Resenha - Sully, o Herói do Rio Hudson



Título: Sully - O Herói do Rio Hudson
Autores: Chesley “Sully” Sullenberger & Jeffrey Zaslow
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 256
Skoob / Goodreads
Onde comprar: Saraiva / Amazon

A história de um piloto e o audacioso pouso de um Airbus A320 no rio Hudson, em plena Nova York — um ato heroico que salvou mais de uma centena de vidas.
Em 15 de janeiro de 2009, o mundo testemunhou um pouso de emergência notável quando o comandante Chesley Sullenberger, um piloto com mais de vinte mil horas de voo, habilidosamente deslizou o avião da US Airways sobre o rio Hudson, em Manhattan, salvando todas as 155 vidas a bordo. Poucos minutos de-pois de decolar do aeroporto LaGuardia, o voo 1549 ganhava altitude quando a fuselagem estremeceu. Ao colidir com um bando de pássaros, o avião perdeu ambos os motores. O sangue-frio do piloto não apenas evitou uma enorme tragédia, mas o transformou em herói. O incidente, que na época ficou conhecido como “O milagre do rio Hudson”, inspirou o comandante Sullenberger a contar a própria história: uma trajetória de dedicação, esperança e prontidão, que revela as importantes lições aprendidas por ele na infância, durante o serviço militar e depois, trabalhando como piloto da aviação civil.










"Um piloto pode decolar e pousar milhares de vezes na vida, e a maioria delas se assemelha a borrões de velocidade. Mas quase sempre há um voo em particular que desafia, ensina ou transforma um piloto, e cada momento sensorial dessa experiência permanece para sempre em sua mente.
Tive alguns voos inesquecíveis em minha vida, e estes continuam vívidos na minha memória, evocando uma série de emoções e motivos de reflexão. Um deles me levou ao rio Hudson, em Nova York, em um dia frio de janeiro de 2009. Mas antes disso talvez o mais vívido tenha sido o que acabei de descrever: meu primeiro voo solo em um sábado à tarde em uma pista de pouso gramada em Sherman, no Texas. Foi em 3 de junho de 1967, e eu tinha dezesseis anos."

Sully Sullenberger era um garoto que desde muito novo era fascinado por aviões e mesmo enquanto crescia, essa fascinação apenas aumentava. Então, aos dezesseis anos, com a ajuda de um senhor que morava nas proximidades de sua casa, Sully conseguiu seu primeiro Brevê de piloto, e a partir daí não saiu  mais dos ares. Logo, ingressou na força aérea dos Estados Unidos, e lá, passou pelos mais críticos testes, desde ver colegas morrendo ao seu lado por perda de controle em seus aviões, até a fases em que teve vidas em suas mãos, enquanto fazia manobras arriscadas e perigosas no ar. Após algum tempo, o rapaz deixou as forças aéreas e resolveu ingressar na função de piloto comercial, onde poderia levar com segurança as pessoas para seus destinos, e poderia novamente estar fazendo a coisa que mais amava, voar. Algum tempo depois, Sully casou-se, teve filhos, e continuou feliz e cada vez se tornando um piloto melhor, sem que tivesse incidentes em seu histórico de voos.

"Após assumir o comando do avião, dois pensamentos passaram pela minha cabeça, ambos fruto da incredulidade. Isto não pode estar acontecendo. Isto não acontece comigo.
Consegui me forçar a colocar esses pensamentos de lado quase no mesmo instante. Considerando a gravidade da situação, eu sabia que tinha segundos para optar por um plano e minutos para executá-lo.

Tinha consciência do meu corpo. Sentia a descarga de adrenalina. Tenho certeza de que minha pressão sanguínea e minha pulsação dispararam. Mas também soube que precisava me concentrar nas tarefas imediatas e não permitir que as sensações em meu corpo me distraíssem."

Porém, isso iria mudar em quinze de janeiro de 2009, uma quinta-feira gelada do inverno estadunidense, quando Sully estava terminando o último voo, de uma série que estava fazendo desde a segunda-feira anterior. Após o voo 1549, que partiria do aeroporto Laguardia, em Nova York, e seguiria até Charlotte, na carolina do norte, ele poderia finalmente voltar para a sua casa e sua família por alguns dias. A decolagem, realizada as 15:25 foi bem sucedida, porém, alguns minutos após estar no ar, Sully e seu copiloto, Jeff, avistaram muitos pássaros vindo em sua direção, e logo em seguida, sentiram uma mudança nos sons da hélice e um cheiro de queimado, característico de quando animais entram nos motores. Inesperado, o acontecimento fez com que os motores fossem perdendo as forças e parando, e Sully teve de tomar decisões rápidas, e ele soube, imediatamente que precisaria encontrar um lugar próximo para pouso, a fim de salvar a vida das pessoas daquele voo. Bastante calmo, informou o acontecido para as torres de controle, que fizeram de tudo para que Sully pudesse voltar para um aeroporto. Porém, já era tarde, e a única solução seria pousar o avião nas águas congelantes do rio Hudson, o que Sully fez, com muita maestria.

"Consegui fazer uma mudança mental de prioridades. Eu havia lido o suficiente sobre segurança e teoria cognitiva. Entendia o conceito de “sacrificar metas”. Quando não é mais possível atingir todas as suas metas, você sacrifica as menos importantes. Você faz isso para agir e atingir metas mais importantes. Naquele caso, ao tentar um pouso na água eu sacrificaria a “meta aeronave” (tentar não destruir uma aeronave no valor de 60 milhões de dólares) em prol da meta de salvar vidas.
Soube instintiva e intuitivamente que sacrificar a meta era fundamental se eu queria preservar vidas no voo 1549."

Através dessa biografia cativante, instigante e bonita, conhecemos a história desse piloto que salvou a vida de centenas de pessoas, por fazer bem o seu trabalho, com cuidado, calma e tomando decisões rápidas e acertadas, transformando o que seria uma grande tragédia em um final feliz.

"Acabei percebendo que a minha viagem ao rio Hudson não começou no aeroporto de LaGuardia. Começou décadas antes, na casa em que passei minha infância, no aeródromo gramado do Sr. Cook, nos céus do Norte do Texas, na casa na Califórnia que agora compartilho com minha esposa, Lorrie, e com nossas duas filhas, e em todos os jatos que pilotei rumo ao horizonte.
O voo 1549 não foi uma viagem de apenas cinco minutos. Minha vida inteira me levou em segurança até aquele rio."


[ - Minhas Impressões - ]


Sully, o herói do rio Hudson, me chamou atenção assim que seu lançamento foi divulgado, uma vez que nessa mesma  época eu havia acabado de sair de uma leitura seguida de três livros do autor Ivan Sant'anna, que fala sobre acidentes aéreos com muita propriedade, e ainda me sentia perplexa, abalada e um pouco encantada com a escrita de Ivan, então, por esse livro trazer a mesma temática, eu logo desejei lê-lo. Algum tempo depois, consegui obtê-lo e então, comecei a leitura, com expectativas altíssimas, e acho que de certa forma isso foi prejudicial. Na verdade, eu gostei muito do livro, o feito de Sully foi incrível e extraordinário, e sua história de vida é sensível e interessante, porém, quando fui evoluindo na leitura, aos poucos me senti frustrada por ver que o autor relatava a sua vida, e não chegava logo no incidente do qual a sinopse falava, e ele era mencionado apenas de passagem naqueles primeiros capítulos. Mais ou menos na metade do livro, finalmente o autor chegou nas narrações do dia quinze de janeiro, e então pude finalmente conhecer a história, mas não saiu de mim a sensação de que o autor demorou muito a chegar lá, embora a parte biográfica que ele nos conta, desde sua infância, é deveras interessante, mas não era o que eu esperava naquele instante.

Para mim, o ponto mais positivo foi a narrativa, que apesar de ser biográfica, em nenhum momento se tornou maçante, pois a escrita é leve e fluida, e nos sentimos sentados ao lado do autor em seu relato de como ocorreu tudo, e conseguimos imaginar de forma perfeita cada cena. Também, apesar de eu ter achado extensa essa parte biográfica, por outro lado gostei muito das observações que Sully fez sobre a carreira de piloto, suas dificuldades, histórias de passageiros, aeromoças, e também achei muito bacana seu relato do tempo que passou na força aérea, pois geralmente vemos nos livros de ficção ou reais esses homens e meninos em combate, mas raramente conhecemos como é o treinamento deles. Além disso, gostei de ver o modo como Sully lidou com o pós-incidente, não deixando que toda a imprensa em cima de si fizesse com que ele se deixasse levar para a fama excessiva.

Porém, como já mencionei, achei um pouco frustrante toda essa parte introdutória relatando a vida de Sully para só depois ter chego no dia quinze de janeiro, e penso que o autor poderia ter iniciado com o incidente, prendendo o leitor, e depois ter regressado ao passado, para entendermos tudo o que o conduziu até ali. Esse livro também teve um filme homônimo, lançado quase junto com o livro, e como eu não gosto muito de filmes, não o assisti, mas segundo comentários, parece-me que o filme aborda uma linha falando sobre as investigações que foram feitas depois do incidente, o que no livro é pouco abordado e senti falta de saber mais a fundo sobre isso e sobre como as autoridades lidaram com tudo.

Sully, o herói, é um homem simples, com valores importantes vindos de berço que certamente contribuíram para sua calma e sua segurança enquanto pousava um avião com 155 pessoas abordo, nas águas geladas de um rio. Gostei muito do modo como ele se colocou no enredo, não se fazendo nem de vítima e nem de herói, e sim mostrando como cumpriu adequadamente seu papel de levar os passageiros ao solo em segurança, inclusive, se certificando de que todos haviam sido resgatados do rio com vida, para então, pensar em sua saúde e seu bem estar. Também, Sully não se coloca como o único responsável pelo feito no livro, e dá os devidos créditos a Jeff, seu copiloto, as comissárias do voo, e nos insere na vida de sua família e daqueles que estão ao seu redor.

O livro, narrado em primeira pessoa, possui dezenove capítulos, mais apêndices A e B, trazendo o trajeto do voo 1549 e transcrições das conversas na cabine. Minha leitura foi realizada em e-book e não encontrei erros.

Recomendo esse livro para leitores que gostam de biografias instigantes, ou ainda para aqueles que gostariam de se arriscar no gênero uma vez que a ótima escrita e a história emocionante tem o potencial de cativar a todos.


28 comentários:

  1. Oi, Tamara!
    Não sou fã de biografias, mas você me deixou curiosa por essa. Se o enrendo parece mais um história do que uma biografia, pode ser que eu acabe gostando. Pretendo assistir ao filme primeiro, se eu acabar me identificando tentarei fazer a leitura. ^^
    Uma pena o começo não ter sido o que você esperava. Isso sempre acaba deixando nossas expectativas não alcançadas, né? :/
    Beijão!
    http://www.lagarota.com
    http://www.asmeninasqueleemlivros.com.br

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  2. Oi Tamara, só fiquei sabendo do livro por causa do filme, ms independente disto, fiquei curiosa também, até porque eu gosto de biografias. Só me incomoda um puco essa questão de tornar uma pessoa herói, só porque ele cumpriu com a sua obrigação, mas enfim, eu quero ler.
    MEU AMOR PELOS LIVROS
    Beijos

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  3. Olá Tamara
    Eu nao conhecia esse titulo, mas preciso confessar que essa premissa não chamou a minha atenção. Achei a capa é bonita até, mas ainda assim os elementos não conseguiram me deixar curiosa. Gostei de ler suas impressões a respeito, e o que mais se destacou para mim foi o fato da biografia no teto e por ser emocionante!
    Beijos, Fer

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  4. Nossa eu amo biografias Ainda mais quando se trata de acidentes aéreos.... ainda não li o livro .... mas vi o filme! Lindo! Vou ler com certeza!

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  5. Olá,
    Eu comprei o filme, mas ainda não vi. Não sabia que era um livro, muito menos biográfico. Fiquei bem interessada na leitura, principalmente por saber das transcrições, acho isso sensacional.
    De qualquer forma, não o vejo como herói, mas quero ler.
    Beijos
    www.estilo-gisele.blogspot.com.br

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  6. Caramba, não conhecia esse livro mas achei muito interessante a leitura! Ele realmente foi muito profissional e humano, salvando tantas vidas! Deve ser uma história inspiradora é bonita!

    MEMÓRIAS DE UMA LEITORA

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  7. Livros que começam narrando fatos anteriores para contextualizar me cansam um pouco. Assim como você acho que o livro tem que começar pelo fato e as informações anteriores devem ser reveladas aos poucos se necessárias e contextualizadas!
    bjos
    www.causoseprosas.com.br

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  8. Oi, tudo bem?
    Que bacana! Sabia da história, acho que se tivessemos todas as "versões" dos heróis em casos como esse, eu gostaria de colecionqr tais livros. Me interessei muito!

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  9. Olá.

    Não sou muito fã de biografias, mas achei esse interessante. Não parece ser o tipo de livro que te prende, mas deve ser bastante inspirador.

    https://esquadrao-literario.blogspot.com.br

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  10. Olá ♥
    Não sou muito fã de biografia, mas tenho que confessar que essa me chamou muita atenção. Não conhecia o livro, mas já ouvi falar dessa estória. Gostei do homem não se fazer nem de vitima nem de herói. Imagino o quão intenso não deve ser você saber que o avião pode cair, e imagino a tranquilidade que o piloto teve para pensar em tudo em um momento tão decisivo. Gostei de saber que a narrativa é em primeira pessoa. Beijos!

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  11. Oi, não sou muito fã de biografias mas quando vi o trailer do filme realmente deu vontade de assistir, devo só ver o filme mesmo, ainda mais se tiver essa pegada mais investigativa que vc falou.

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  12. Olá, tudo bom?
    Excesso de expectativas às vezes é um saco né? Ficamos esperando algo e quando sai um pouco do esperado já era rs Mas, ainda que o começo tenha sido um pouco massante pela narrativa sobre a vida do autor antes do feito que salvou muitas vidas, fico feliz em saber que quando chegou ao ponto tão esperado, o livro não te decepcionou. Curti saber que o autor não romantizou ou se transformou em um herói pelo feito em sua narrativa, dando ainda, os créditos a todos que o ajudaram.
    Outro ponto que gostei de saber é que mesmo sendo uma biografia, a mesma não é massante, tendo inclusive uma narrativa fluida.
    Enfim! Não sou muito fã de biografias, mas, fiquei curiosa quanto a essa! Vou com menos cede ao pote no início e espero gostar da leitura. Ótima dica e resenha!

    Beijos!
    @PollyanaCampos
    Entre Livros e Personagens

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  13. Oie,
    Eu não sou muito de ler biografias, na verdade acho que li bem poucas ao longo da vida.
    Mas essa parece ser muito interessante, contando toda a história do sonho de Sully em ser piloto desde criança.
    Realmente um livro que deve trazer bastantes informações para quem gosta.
    Beijinhos, parabéns pela resenha e pleo blog :3

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  14. Olá, tudo bem?

    Confesso que não sou muito de ler biografias, mas achei parece ser muito interessante que quero muito ler.

    Beijos:*

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  15. Olá,

    Já tinha ouvido falar desse piloto, mas confesso que não sou adepta a biografias. Por isso infelizmente não consegui me interessar pela história de Sully, ainda que sua atitude louvável tenha salvado várias pessoas, o que é muito bonito é inspirador. De qualquer forma fico feliz que você tenha apreciado a leitura.

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  16. Oi, Tamara

    Eu não leria esse livro por dois motivos:

    1 - Não leio biografias.
    2 - Não curto ler nada sobre tragédias aéreas, porque eu ando de avião e não quero ficar psicótica! hahahaha

    Que pena que a história demorou a engrenar, mas acho que começar o livro falando logo sobre a tragédia seria meio estranho. Acredito que, por ser uma biografia, essa parte inicial falando mais sobre ele era necessária, não?

    Não tenho interesse no livro, mas se um dia o filme passar na TV a cabo posso dar uma olhadinha.

    Beijos

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  17. Oieee, não sabia que tinha o livro, já vi que saiu o.filme, mas não eh muito minha praia, eu fico muito nervosa nesses momentos de tensão e acabo não gostando muito.

    Bjs jany

    www.leituraentreamigas.com.br

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  18. Oie! Tudo bem?

    Eu primeiramente quero assistir ao filme, caso eu goste irei conhecer o livro! Pois não sou fã de biografias e são poucas as que me chamam a atenção e quando isso acontece é graças ao filme! Por isso por enquanto irei passar a dica do livro, mas deixarei anotado para o futuro!

    Bjss

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  19. Olá!
    Acho que é por isso que sou tão cética com biografias. Tudo bem que o cara salvou um monte de gente, mas não acho a sua vida interessante a ponto de querer ler uma biografia hahaha Apesar de você falar que a leitura é fluída, não leria por não fazer mesmo o meu estilo, mas adorei poder conferir as suas considerações.
    Beijos.

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  20. Oi Tamara, como está?
    Não sabia que tinha saído uma biografia desse piloto e confesso estar surpresa com tal acontecimento. Fiquei bem fã de biografia depois que li a do Oscarito e darei futuramente uma chance para essa, ainda mais porque admiro muito esse senhor por toda a coragem que ele mostrou nessa situação.
    Abraços e beijos da Lady Trotsky...
    http://rillismo.blogspot.com

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  21. Oiii,

    Gostei da premissa do livro apesar de não curtir muito esse estilo biografia, parece ser uma história interessante e que me deixou curiosa para ler, vou deixar a dica anotada por aqui e quando tiver a oportunidade irei ler.

    Beijinhos...
    http://www.paraisoliterario.com/

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  22. Oie
    muito boa a premissa do livro, bem curiosa e bem escrita parece ser, gostei muito da sua resenha e conseguiu me convencer pois procuro algo diferente do leio ultimamente

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  23. Oiee!!
    Eu adoro ler biografias, e realmente acho que essa deve ser muito interessante...
    Imagina só, com 16 anos, não dirigia nem carro direito e já tinha brevê de piloto!! rs
    Porém, o tal de criar expectativas sempre nos atrapalha né? Uma pena que você tenha sentido esse tom de "enrolação" até chegar no momento do acidente. Talvez teria sido realmente melhor começar pelo acidente e depois contar a trajetória do piloto.
    Ainda assim, achei interessante.
    Obrigada pela dica!
    Um beijo.

    www.asmeninasqueleemlivros.com

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  24. Olá! Que pena que você acho a parte introdutória frustante. Mas apesar disso que bom que a história é emocionante e tem potencial de cativar. Eu não conhecia o livro e nem sabia do filme. Vou procurar ler o livro e depois assistir o filme. Beijos'

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  25. Olá!
    Por isso eu não gosto muito de livros que trazem biografias, até chegar nos relatos mais interessantes é uma vida e me deixa com muito tédio. Porém, eu tenho muito interesse em ler esse livro, mas é por causa do acidente em si, acho que eu também vou ficar bem incomodada com a introdução do livro, como você. Mas sei lá, não custa nada tentar.
    Beijos,
    Nay
    Traveling Between Pages

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  26. Não gosto muito de biografias! Tento le-las, mas sempre fracasso!

    Sei lá, acho que enrola muito para contar coisas simples... Romances deixariam as biografias mais interessantes, haha! Por exemplo, você não ficaria angustiada por demorar a chegar no fatidico dia, pois toda a historia anterior seria mais interessante!!!

    Não que o feito dele não tenha sido extraordinario... Mas pelo menos teria mais emoção

    E pobres passarinhos que entraram na turbina! T-T

    Abraços!
    www.asmeninasqueleemlivros.com

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  27. Olá, biografias sempre conseguem me instigar, esta trazida por você me deixa bem intrigado. A história do piloto me parece ser bem instigante e suas atitudes merecedoras da mais pura emoção. Como você leu pelo ebook e não encontrou erros, vou me aventurar na leitura, já que com essa história aprendemos que o ser humano ainda pode nos surpreender com sua bondade e vontade de vencer.

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  28. Olá Tamara,

    Uma biografia interessante sempre é um prato cheio, mas existem muito como essa que você descrever que enchem mais linguiça que tudo. Introdução chata então já dá vontade de largar o livro logo no início. Apesar de gostar de biografias já tirei essa da minha lista...

    Beijos e obrigada pela resenha...

    http://floraliteraria.blogspot.com.br/

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