15 dezembro 2015

Resenha - O Bangalô





Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Livro: 
O Bengalô
320 páginas || Skoob || Cortesia: Editora Novo Conceito || Onde Comprar ||








Só é possível saber com exatidão sobre uma situação quando se está nela. Ninguém é capaz de descrever ou entender os sentimentos surgidos em um momento de tensão ou o frio na barriga nascido de um amor intenso. Ninguém é capaz de conhecer o desespero sem ter passado por ele e ninguém é capaz de descrever a cumplicidade surgida em um lugar, sem que esteja nele. Os sentimentos são sentidos de diversas maneiras por cada pessoa e as vezes permanecem, mesmo com a passagem do tempo, a perda do ser amado, permanecem em um canto da memória e voltam a tona quando menos esperamos e quando toda a esperança já partiu.

"Perdoe-me por minha intromissão. Levei muitos anos para encontrá-la. Sei que você foi uma enfermeira do exército baseada em Bora Bora durante a guerra. Se estiver correta, se é realmente a mulher a quem procuro, preciso conversar com a senhora urgentemente. Fui criada nas ilhas taitianas, mas só agora voltei, com a missão de resolver um mistério que me aflige desde a infância. Um terrível assassinato aconteceu numa praia tranquila em Bora Bora, uma noite em 1943. Sou assombrada pela tragédia, tanto que resolvi escrever um livro sobre os eventos que precederam aquele acontecimento, os quais, de várias maneiras, mudaram para sempre esta ilha."

Anne Godfrey é uma senhora de idade avançada que vive tranquila em Seattle quando um dia, em meio ao lixo, sua neta encontra uma carta que vem para abalar a paz e desenterrar o passado. Na carta, uma mulher diz ser de Bora bora, uma ilha no pacífico sul, onde durante a segunda guerra mundial Anne serviu como enfermeira, e diz saber que a senhora presenciou um assassinato ocorrido lá, e pede para que ela conte sua história.

Anne mantém-se relutante, porém quando sua neta pede para saber o que ocorreu no passado da avó, a senhora revive todos os fatos e sentimentos enterrados na memória.

"Inclinei-me por cima de Kitty para dar uma olhada pela janelinha. Arfei quando meus olhos se depararam com o cenário lá embaixo: a água inacreditavelmente azul contra a areia branca e as montanhas verde-esmeralda, luxuriantes. Não esperava perder o fôlego diante daquela visão. Sinceramente, não estava esperando muita coisa. Norah, agora em um navio com destino ao continente, falara dos encantos das ilhas, mas, em casa, os artigos dos jornais contavam uma história diferente, de um calor tropical contínuo, abandono e miséria, onde os homens lutavam em pântanos infestados de mosquitos, descritos nas cartas como “o inferno na Terra”. Não, esta ilha era diferente, algo completamente diferente."

O relato de Anne começa no ano de 1942, quando ela tinha apenas 21 anos e estava prestes a se casar. Em meio a um mundo de certo luxo e riquezas, a guerra não havia atingido intensamente a si e àqueles que a cercavam. Porém, quando sua melhor amiga, Kitty, recuperando-se de um coração partido resolve alistar-se para servir como enfermeira em Bora Bora, Anne, cheia de dúvidas em relação a seu iminente casamento resolve abandonar tudo e alistar-se também.

"- Não é - ele concordou. - É por isso que eu evito a maioria deles. Há poucos homens decentes aqui. Precisa aprender a ser direta com eles. Em casa você pode ser tímida; pode esperar decoro e cavalheirismo. Aqui não. Os trópicos trazem à tona o lado selvagem de todos nós. A ilha anestesia nossas inibições. Ela nos muda. Você verá."

Ao chegar na ilha, o grupo de enfermeiras cria uma amizade bonita e duradoura, e em um cenário de perigo a espreita, as mais fortes emoções vem a tona. É em meio a isso que Anne acaba se envolvendo com Westry, um soldado que a faz repensar em todos os seus sentimentos pelo noivo que ficou em casa. Juntos, eles também encontram um bangalô abandonado na praia e fazem deste lugar seu refúgio de amor. Mas a relativa paz é perturbada quando os soldados daquela ilha saem para a luta e muitos deles sequer retornam e também quando Anne e Westry presenciam um brutal assassinato a poucos metros do Bangalô.

"Era agonizante de se ver. Tudo. O sangue, o sofrimento, a dor e, principalmente, homens serem reduzidos a condições de crianças diante do sofrimento. No entanto, nós seguíamos em frente. Mergulhamos em nossa reserva de força como a enfermeira Hildebrand instruíra. E, quando ela acabava, encontrávamos mais."


[-Minhas Impressões-]

Como começar a falar de mais um livro da Sarah Gio? Assim que soube do lançamento não consegui sossegar antes de tê-lo, e valeu muito a pena. Passei a noite lendo e terminei de manhã, e durante esse tempo derramei várias lágrimas. Mereceu com toda certeza cinco estrelas. O livro é emocionante, apesar de eu ter achado esse um pouco diferente dos dois anteriores uma vez que eles abordavam fenômenos raros como As violetas de março e Neve na primavera, mas me surpreendeu de igual forma, pois aborda guerra e os laços que são construídos e destruídos nessas ocasiões.

O que mais me chamou atenção foi a cumplicidade que todos criaram dentro daquela ilha. Pude por várias vezes sentir a amizade entre as enfermeiras, o amor construído dentro daquele círculo e a dor coletiva pela perda de alguns soldados conhecidos por causa da guerra e chorei junto quando cada um foi embora, sabendo que provavelmente muitas das amizades se perderiam. Outro ponto muito bacana foi a inserção que a autora fez de um pintor famoso na trama, dando informações sobre a vida dele em meio a diálogos de personagens.

Não tenho muitos pontos negativos a destacar, a não ser o fato de que os capítulos que se passam no presente foram um pouco corridos e eu gostaria de saber um pouco mais sobre a vida de Anne após a guerra, sua família e como foi sua vida, talvez seja uma estratégia da autora para nos deixar imaginando, mas preferia ter recebido alguns esclarecimentos. Outro ponto foi que no presente não senti que Anne tinha tanta saudade do passado quanto a autora queria aparentar. Ela demonstrava ter esquecido de tudo e apenas relembrou com a carta.

A narração é feita em primeira pessoa, por Anne e é dividida em dezenove capítulos, sendo o prólogo no presente, nos inserindo na trama, o capítulo 1 até o 15 acompanhamos o passado, a partir de 1942 e no capítulo 16 voltamos ao presente, para conhecer o desenrolar da história. Os personagens foram bem caracterizados e uma que me conquistou foi Maxine, a governanta da casa de Anne. Os personagens principais, Anne e Westry são bastante cativantes, embora ele tenha um tom misterioso durante todo o livro que não consegui ignorar. Kitty, a amiga de Anne é uma mulher mimada e egoísta que acabou me irritando durante todo o livro, e embora as motivações dela tenham sido explicadas, não consegui me convencer a gostar dela.

Achei o início da obra  um tanto parecido com O álbum, também da Novo conceito. As semelhanças são no sentido de a personagem estar com o casamento marcado e não ter certeza se ama o noivo. O modo como estes fatos foram narrados e a época fizeram surgir a afinidade.  Mas elas param por aí pois ''O bangalô'' segue uma linha muito mais dramática e emocionante.  A época em que a maior parte do livro foi ambientada é maravilhosa e uma das minhas favoritas, gosto muito de tramas que se passam entre os anos 1900 e 1950. Para me ambientar ainda mais, enquanto lia fui ouvindo todas as músicas mencionadas e consegui me sentir no passado junto com todos. A ilha escolhida também aparenta ser um lugar muito bonito e dá uma sensação no leitor de ser um lugar paralelo ao mundo, com seu próprio tempo e sua própria vida.

Indico esse livro para todos que gostam de dramas envolvendo guerras, amores e amizades. É uma história linda, que causa sensações indescritíveis.

39 comentários:

  1. A forma como você descreve o livro é muito boa, o fato de ela viver no luxo e não saber ao certo o que é responsabilidade, me motiva a querer conhecer esse livro, quero saber também qual é o mistério da ilha, alem do mas descobri o que aconteceu com o soldado que ela conheceu.

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    1. Fico feliz que você se interessou em conhecer o livro, espero que goste da leitura.

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  2. O Bangalô vem chamando minha atenção já há algum tempo. Gosto de histórias situadas na segunda guerra, pelo mistério do assassinato que ocorreu há tanto tempo e agora que começam as investigações, e pelo romance que creio ser agradável por ter outros temas no meio!
    Sua resenha está fantástica!
    E eu preciso desse livro....e acho que esse vou comprar ainda esse mês apesar do orçamento apertado.
    Beijos
    Camila Bernardini Coelho

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    1. Fico bem feliz em saber que você gostou da resenha. E também me chamou atenção desde a primeira vez que vi, ainda mais por ser da Sarah Gio.
      Esse mês já enserrei o orçamento, até por que janeiro promete, ehehe.

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  3. Oi Tamara!
    Eu já estava curiosa com esse livro, por conhecer os trabalhos da autora, mas agora com sua resenha, fiquei ainda não curiosa com essa história. Eu já tive a oportunidade de ler alguns romances no período da guerra, e sempre fico com o coração na mão. Pelo que pude notar, será mais um daqueles livros que vou começar e não conseguir mais parar.
    BJks!
    http://www.historias-semfim.com/

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    1. Oie, ana, feliz em ter despertado sua curiosidade, pelo que conheço das suas leituras acho que irá gostar.

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  4. Oiie gata,

    Assim que vi o lançamento desse livro eu fiquei com super mega vontade de lê-lo e agora vendo a sua resenha e com as suas impressões, minha vontade aumentou ainda mais. Adoro livros em que a pessoa que viveu volta ao passado para contar (me lembra Titanic que eu amo <3). Fiquei mega curiosa para saber um pouco mais sobre o romance dos protagonista e o que eles testemunharam para mudar a vida dele. Adorei a sua resenha, ficou completíssima.


    Bjs

    ♡ Amantes da Leitura

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    1. Fico feliz em saber que você gostou da resenha, é um ótimo livro,
      E eu também adoro titanic e toda a sua história.

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  5. Tenho visto algumas resenhas sobre esse livro e fico cada vez mais interessada nele, sou fascinada por livros assim, acredito que deva ser uma leitura intensa, que nos faça refletir no final e que seja impossível de não se apaixonar.

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    1. É um livro intenso sim, vale muito a pena, espero que goste!

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  6. Oiee Tamara ^^
    Uau, esse livro está me perseguindo kkkk' Acho que encontro umas duas ou três resenhas dele por dia *-* Estou querendo ler "Neve na primavera" primeiro, mas "O bangalô" está no topo da minha listinha. Adoro romances que se passam em meio a momentos difíceis, como guerras, então acho que vou gostar bastante desse. Sem contar que TODO MUNDO está gostando ♥
    MilkMilks
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

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    1. Oie dri, pois é, eu não vi nenhuma crítica a ele ainda. E estou lendo seguindo a ordem das publicações da autora, então já li As violetas de março e neve na primavera, esse é ótimo também.

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  7. Acho super interessante livros que abordam um tema envolvendo a Segunda Guerra Mundial, já vi esse livro mas não sabia do que se tratava, agora fiquei ainda mais curiosa. E nada melhor do que ter romance envolvendo a história. Já quero!

    www.apaixonadaporleiturass.blogspot.com.br

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    1. É, esse livro tem drama, romance, tudo misturado. Sensacional, vale a pena ler, espero que goste!

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  8. Olá!
    Caramba, você conseguiu ler esse livro todo em uma madrugada? Parabéns... O máximo que eu consigo é ler até umas 2h da manhã.
    Gosto muito de histórias de guerra, mas como o teor dos livros geralmente é pesado eu demoro um pouco para concluir a leitura.
    Achei bem interessante o livro se dividir entre passado e presente, imagino que você estava bastante curiosa depois do prólogo para voltar a parte que fala do presente e saber o destino de cada um, pelo menos eu fiquei rs.
    Dificilmente eu consigo ler ouvindo música, só quando eu acho que a música combina muito com a leitura rsrs.
    beijos
    diariodeumapsicopedagoga.blogspot.com.br

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    1. Oie, então na verdade eu não lia ouvindo, quando citava uma música eu parava, ouvia e entrava mais no clima, aí voltava para a leitura ainda mais emocionada.
      Acordei com insônia umas duas da manhã e prometi que leria um capítulo para ganhar sono e nunca mais larguei, ehehe.
      Com certeza me senti mais que curiosa para saber o desfecho. espero que goste da leitura.

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  9. Ola Tamara a capa do livro é linda, quando li a premissa e vi a época da narração já me encantei, gosto muitos de histórias com lembranças de um grande amor, serei obrigada a ler, quero saber mais sobre o romance dos protagonistas , e sobre essa cumplicidade comentada por você, engraçado que as vezes situações de dor, juntam as pessoas. Dica mais que anotada. beijos

    Joyce
    www.livrosencantos.com

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    1. Oi, Joyce. Fico feliz em saber que se interessou, o livro é cheio de fatos interessantes e vale muito a pena conhecer.

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  10. Oii, ando vendo muitas resenhas desse livro pelos blogs. Também acho que está me perseguindo hahaha Como comentei em outros blogs, eu gosto bastante quando o livro aborda romances em tempos difíceis e nos passam lições de superação. Acredito que deve ter se tornado um desafio e tanto pra protagonista essa mudança de vida fácil e bem-sucedida para o alistamento. Adorei sua resenha.
    -Mari

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    1. Oi, mari. Eu não comentei na resenha mas tem uma personagem muito querida com o seu nome, ehe.
      Também gosto de romances em tempos difíceis, e esse livro está sendo bastante comentado mesmo, espero que goste dele.

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  11. Oi!!!
    Já vi tantos comentários e resenhas maravilhosas deste livro que estou sentindo a necessidade de comprar ele hoje. Já tinha colocado ele na minha lista no periodo do lançamento, pois achei a sinopse linda e envolvente. Sua resenha não diminui em nada meu interesse deixo com aquela vontade de conhecer e entender o que sentiu lendo o livro.

    Beijos
    Carla Fernanda

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    1. Oie, bacana saber que você se interessou, está quase unânime a vontade de ler. espero que goste.

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  12. Olá, Tamara.
    Eu amei esse livro. Não tanto quanto gostei de Neve na Primavera, que tinha aquela pegada de passado/presente, mas amei esse também. Eu adoro livros que se passem na guerra e a história de Anne é linda. E como odiei Kitty hehe. Foi tudo culpa dela.

    Blog Prefácio

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    1. Acho que gostei mais de neve na primavera também, por falar de crianças, elas sempree mexem comigo. Também quis bater na Kitty, e adorei a mary, fiquei triste pelo fim dela, bom saber que você gostou!

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  13. Oi Tamara, eu estou doida para ler esse livro, estou com ele aqui e só não peguei por falta de tempo mesmo, porque a trama dele chama muito minha atenção, se bem que sou suspeita de falar já que adoro esses livros que envolvem guerra, são sempre lindos; Ótima resenha!

    Beijos

    http://www.oteoremadaleitura.com/

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    1. Fico bem feliz em ver que você gostou da resenha. Eu tinha enjoado de livros de guerra, mas alguns são especiais e esse é um deles. Espero que goste da leitura.

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  14. Oi, Tamara!
    Como eu me enrolei muito esse ano por problemas pessoais , acabei passando a maioria dos livros da NC pra minha amiga. Quando ela fez a resenha desse, já fiquei meio arrependidinha. Aí venho aqui e tem essa resenha. Ai, meu corassaum! Devia ter ficado com ele mesmo. rsrsrs
    Também gosto de histórias baseadas em guerra, é uma forma diferente de ver a história que aprendemos no colégio. Será que essas passagens no presente não foram só pra encher linguiça?
    Beijinhos!
    Giulia - www.prazermechamolivro.com

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    1. Oie, Julia. Não, as passagens no presente serviram para tirar nossa curiosidade de qual o destino final dos personagens, mas confesso que ela poderia ter sido melhor construída.
      Que pena que você não leu, mas espero que ainda possa conhecer, vai gostar.

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  15. Oie
    Li apenas suas considerações para não pegar spoiler, pois essa será minha próxima leitura, assim espero. Me apaixonei por ela com Neve na Primavera e depois desse livro quero ler tudo dela, ainda não sei porque não li O bangalo, rs. Sua resenha apenas me fez ter mais e mais curiosidade, pois até agora só li coisas possitivas a respeito

    Beijos da Fê
    As Catarina´s

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    1. Oie, que bom que você o lerá, tenho certeza que não vai se arrepender, sou um pouco suspeita para falar de preferência dos livros da Sarah Gio, mas acho que violetas de março foi o melhor, seguido por neve na primavera e esse.

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  16. Oi, flor.
    Engraçado você mencionar semelhanças com O Álbum, pois mesmo sem ter lido nenhum desses dois livros tive a mesma impressão. Gostei de saber, no entanto, que esse livro em questão tem mais drama e emoção. Eu gostei do enredo. É a primeira resenha sobre O Bangalô que leio… Não me senti realmente motivada a ler a obra, mas vou guardar a dica, porque algo me diz que essa autora virá a se tornar uma das que mais me interessarão no futuro. Basta ler um livro dela, hahaha. Digo isso porque gosto de obras tão "humanas" e a narrativa da Sarah parece tão intensa e sensível.

    Beijos!
    http://www.myqueenside.blogspot.com

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    1. Oi, fran, sim assim que comecei ler o bangalô pensei se estaria relendo o álbum devido a semelhança inicial, ehe. Adoro A sarah gio e quero muito mais obras dela. Espero que você possa conhecer e gostar.

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  17. Olá,
    Confesso que tinha um certo preconceito sobre a obra, não cheguei nem a saber do que se tratava, erro meu, confesso. Porém, depois de ler sua resenha me parece ser um livro muito bom e bem escrito, vou tentar ler.
    Beijos
    http://www.vivendonoinfinito.com/

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    1. Que bom que conseguiu perder seu preconceito, espero que goste do livro.

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  18. Olá... tudo bem???
    Eu estava na livraria quando uma moça me parou e falou deste livro e apesar dela ter falado tão bem do livro não foi interessante pra mim... gostei muito de sua resenha e da forma como você colocou seus sentimentos com a leitura... Achei interessante o enredo, mesmo não sendo pra mim neste momento, pareceu intenso e quando fala-se de amor... daquele lindo e que nos traz aquela felicidade tão esperada, é muito gostoso de ler... adorei tudo que li aqui.... xero!!!!

    http://minhasescriturasdih.blogspot.com/

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    1. Diana, que pena que o livro não te interessou no momento, mas quem sabe para o futuro...

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  19. Olá.
    Tudo bom?
    Eu gosto muito de livros que tenham amizade e romance, mas o que me quebra é quando tem guerra junto, pois já temos tanta violência nos jornais, que nos livros, prefiro não ler.
    Agora bateu a curiosidade sobre esse assassinato, então terei que ler o livro e saber o que realmente aconteceu.
    Beijos

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    1. Ah que pena que você não gosta de livros envolvendo guerras, mas fiquei feliz em saber que dará uma chance para esse, espero que goste.

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  20. Olá.
    Eu adoro livros que contém romance, amizade, mas quando envolve guerra fico com um pé atrás.
    Mas mesmo assim fiquei curiosa para saber sobre esse assassinato e como a autora vai desenvolver essa história.
    Beijos

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