19 novembro 2018

Resenha - Caminhando entre Espinhos


Título: Caminhando entre Espinhos
Autora: Elizabeth Bezerra
N° de páginas: 185
Editora: Bezz
Skoob
Onde comprar: Amazon

Era uma vez uma garota... Que acreditava nas pessoas, na beleza da vida e em um amor puro e bonito. Era uma vez uma garota... Que descobriu que pessoas são ruins. Que o mundo em que vive é cheio de maldade e de dor. Era uma vez uma garota... Presa em uma torre alta, por um homem horrível e cruel. Era uma vez uma garota... Que deixou de acreditar em sonhos, contos de fadas e que príncipes encantados existem. Era uma vez uma garota... Que pulava entre as nuvens. Agora, essa garota caminha entre espinhos.
Aviso: O livro é uma introdução do romance entre Peter e Fabiana. Contém cenas de violência e linguajar indevido. Aborda termos polêmicos como preconceito, abuso,, escravidão sexual e tortura. Não recomendado para menores de 16 anos.

                                                             


Resenha - Frankenstein



Título: Frankenstein
Editora: DarkSide Books
Ano: 2017
Páginas: 299 (com os contos extras)
Skoob
Onde comprar: Amazon , Saraiva

Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto.

Quando foi a última vez que você teve a chance de entrar em contato com a narrativa original desse que é um dos romances mais influentes dos últimos dois séculos? Que tal agora, na tradução de Márcia Xavier de Brito? Além disso, esta edição conta com quatro contos sobre a Imortalidade, em que Shelley continua a explorar os perigos e percalços daqueles que se arriscam à tentação de criar vida: “Valério: O Romano Reanimado”; “Roger Dodsworth: O Inglês Reanimado”; “Transformação”; e “O Imortal Mortal”, histórias pesquisadas e traduzidas por Carlos Primati, estudioso do gênero.