08 outubro 2018

Luz, Câmera e Ação [59] - Para todos os garotos que já amei


Título: Para todos os garotos que já amei
Data de lançamento: 17 de Agosto de 2018
Netflix
Direção: Susan Johnson
Elenco: Lana Condor, John Corbertt, Noah Centineo, Janel Parrish e mais
Gênero: Comédia/ Drama/ Romance
Duração: 1h 39 min


Lara Jean Song Covey (Lana Condor) escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, essas cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quais ela escreve, virando sua vida de cabeça para baixo.
                             


  LOi, gente, tudo bem com vocês!?

A resenha de hoje é desse filme super fofinho que saiu na Netflix, Para todos os garotos que já amei. Ele é uma adaptação da trilogia dos livros da autora Jenny Han e eu confesso que não li nenhum dos livros em questão, mas gostei bastante do filme.


Resenha - Opostos (Saga Lux #5)



Livro: Opostos (Saga Lux #5)
Autora: Jennifer L. Armentrouth
Cortesia: Editora Valentina
Páginas: 344
Skoob
OndeComprar: Submarino / Lojas Americanas

Katy sabia que o mundo mudou na noite em que os Luxen chegaram.
Ela não podia acreditar que Daemon deu as boas-vindas à sua raça ou ficou de pé enquanto sua espécie ameaçava destruir todos os humanos e híbridos na Terra. Mas as linhas entre o bem e o mal se misturaram, e o amor se converteu em uma emoção que poderia destruí-la… destruir a todos.
Daemon fará qualquer coisa para salvar aos que ama, inclusive se isto implica em traição.
Eles deverão se unir a um inimigo improvável se quiserem ter alguma possibilidade de sobreviver à invasão. Mas quando rapidamente se torna impossível distinguir o amigo do inimigo e o mundo está desmoronando ao seu redor, eles podem perder tudo - inclusive aquilo que mais amam - para assegurar a sobrevivência de seus amigos... e da humanidade.
A guerra chegou à Terra. E não importa o resultado, o futuro nunca será o mesmo para os que ficarem.



NÃO CONTÉM SPOILER!

Livros Anteriores

Opala #3
Originais #4

 “Eu costumava ter um plano para a remota possibilidade de estar viva quando chegasse o fim do mundo. Ele consistia em subir no telhado de casa e botar para tocar ‘Its the end of the world as we know it (and I feel fine)’ do REM, o mais alto que os ouvidos conseguissem aguentar, mas a vida real nunca é tão legal.”