30 setembro 2017

Luz, câmera e ação [40] - Tudo e Todas as coisas

Título: Tudo e todas as coisas
Lançamento: 15 de junho de 2017
Duração: 1h36min
Direção: Stella Meghie
Gênero: Romance/Drama
Maddie (Amandla Stenberg) está prestes a fazer 18 anos, mas ela nunca saiu de casa. Desde a infância, a jovem foi diagnosticada com Síndrome da Imunodeficiência Combinada, de modo que seu corpo não seria capaz de combater os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Ela é cuidada com carinho pela mãe, uma médica que constrói uma casa especialmente para as necessidades da filha. Um dia, uma nova família se muda para a casa ao lado, incluindo Olly (Nick Robinson), que se sente imediatamente atraído pela garota através da janela. Maddie também se apaixona pelo rapaz, mas como eles poderiam viver um romance sem se tocar?



Mesmo depois de ter assistido esse filme há tanto tempo, ainda é difícil encontrar palavras para expressar os sentimentos que ele me proporcionou.
Diante do conhecimento dessa história, falar sobre ela torna-se repetitivo e cansativo, então, darei uma leve pincelada na história. Ela conta a história de Maddie, uma menina que tem alergia ao mundo. Maddie, de certa forma, aceita o que a vida lhe proporciona, mas tudo muda quando uma nova família se muda para a casa ao lado e ela conhece Olly e acaba se apaixonando. Sair seria uma opção?



Observatório Literário - Visibilidade LGBTQ+


Oi mores!! Hoje é a minha estreia  na coluna , e trago muita cores para vocês, estou um pouco nervoso para falar sobre isso (risos), mas espero que seja bem legal e acrescentador para mim e pra vocês também.

Eu não sabia sobre o que escrever aqui na coluna, então lembrei que ultimamente o mercado literário tem publicados inúmeras obras que trazem personagens LGBTQ+ , então achei que seria legal falar sobre os livros que já li com essa temática e dizer o que eu acho sobre esse espaço que está sendo conquistado na literatura mundial. Espero que vocês curtam!


O primeiro livro que li e que aborda esse tema foi o "Will e Will", essa obra me mostrou dois universos bastante distinto em relação a aceitação de si mesmo. Na narrativa temos dois personagens que são gays, de um lado Tiny Cooper que se encaixa no esteriótipo que a grande maioria tem dos gays: animado, feliz, sorridente, sempre com bom humor. Do outro temos o Will Grayson 2 (acho que já sabem a razão do número 2 hehe) extremamente triste, mal humorado e depressivo.