27 março 2017

TAG - Sobre Séries


É muito divertido responder Tags porque consigo colocar a "cachola" para funcionar. Quando se trata de séries eu sou suspeita em falar, porque sou viciada em todos os tipos e gêneros. Gosto de mergulhar em outros mundos, conhecer as características e personalidade das personagens, produção, escolha de ambientação. Que fazem toda a diferença. Encontrei um blog muito legal sobre tags, para os diversos tipos de blogs. Escolhi a Tag-Séries pela identificação com as perguntas. Vamos ao que interessa?!


1. Qual é a sua série favorita de todos os tempos?

É uma pergunta muito, porque tenho várias séries favoritas na netflix. Mas, sempre tem um que o coração fala mais alto. Pretty Litte Liars! Lançada em 2010, a série não era promessa de sucesso em seu episódio piloto. Ao passo que os mistérios foram crescendo, a rotina das Meninas: Aria, Hannah, Spencer e Emily ganharam fama pelo mundo. Após sete anos, a série teve sua última temporada. 


Apaixonada por essas garotas, consegui acompanhar a evolução de cada uma. Seus deslizes, personalidades quase autodestrutivas ganhou meu coração após a quinta temporada(uma das melhores). Dentre as seis garotas, Aria é a minha favorita. Pela sua sensatez, como também pelo poder que ela tem de manipular as pessoas a sua volta.



2. Qual o seu personagem preferido de todos os tempos?

Para responder a essa pergunta, nem precisei pensar muito! Emma Swan, de Once upon a time, é uma heroína quase surreal. Em todas ou quase todas as temporadas ela sempre coloca o outro a sua frente. Ela não mede esforços para salvar a quem ama, e principalmente, proteger o seu filho. 


Em uma das temporadas, a boa moça deixou o papel de mocinha e se tornou Vilã. Foi uma das melhores temporadas, porque comparamos a desenvoltura da atriz nos dois papeis. São poucos os atores que tem jogo de cintura para os dois lados.




Resenha - A Chave de Rebecca


Título: A Chave de Rebecca
Autora: Ken Follett
Cortesia: Editora Arqueiro
Páginas: 352
Skoob / Goodreads
Onde comprar: Saraiva / Submarino

Norte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico.
O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu.
Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas.
Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal...








Resenha - Meu jeito certo de fazer tudo errado




Título: Meu Jeito Certo de Fazer Tudo Errado
Autoras: Klara Castanho e Luiza Trigo
Cortesia: Arqueiro
Skoob / Goodreads
Páginas: 384
Onde comprar: Amazon

Em 2014, na Bienal do Livro de São Paulo, Klara Castanho foi pedir um autógrafo para Luiza Trigo, que estava lançando seu novo livro. Desse encontro nasceu uma amizade. Um ano depois, inquieta e cheia de ideias, Klara pediu ajuda de Luiza com o conteúdo de um programa jovem de entrevistas que planejava fazer na internet, baseado no que via no dia a dia. Depois de trabalhar um pouco no que Klara havia escrito, Luiza sugeriu: “Que tal pegarmos esses textos e transformarmos em um livro?”. Klara adorou. Assim surgiu a história de Giovana, uma garota que acaba de se mudar com a família para São Paulo e que, de quebra, precisa encarar os dilemas da adolescência. Obedecer sempre aos pais controladores ou se aventurar em busca de independência? Ignorar suas convicções para andar com o grupinho popular do colégio, ou isolar-se com a amiga tímida e solitária? Viver um grande amor e perder o amigo, ou contentar-se com a friendzone? O resultado disso tudo são situações e personagens coloridos e autênticos, já que suas dúvidas, erros e acertos foram inspirados nas vivências das próprias autoras. E isso mostra um pouco do motivo pelo qual elas compartilham a paixão pela leitura: com ficção podemos exprimir grandes verdades.