27 setembro 2016

Resenha - A Diferença que fiz




Arthur Zanichelli é um garoto incapaz de perceber a sorte e os privilégios que tem. Filho do doutor Guilherme, um renomado e bem-sucedido médico, dono de um dos hospitais mais bem-conceituados da cidade, Zani, como gosta de ser chamado, prefere insistir no desgaste de sua relação com o pai.
Perto de seus 18 anos, Arthur ainda não consegue perdoar o pai pela morte da mãe quando ainda era apenas uma criança. Ao longo dos anos, a relação de ambos se torna cada vez mais insustentável. Arthur é o exemplo clássico de rebeldia adolescente, se envolvendo com más influências e com fascínio por tudo que é errado ou proibido.
Tendo cruzado a linha do limite há muito tempo, Zani persiste no caminho do incorreto e do inconsequente, mas, quando ele começa a se distanciar demais desta linha, seu pai, com medo de que não houvesse mais volta e que esta rebeldia se consolidasse na personalidade de uma pessoa ruim, resolve ser radical.
Doutor Guilherme decide expulsá-lo de casa e o envia para um hospital em uma pequena cidade do interior aos cuidados de um colega de profissão. Arthur é obrigado a se passar por um dos pacientes do hospital, que atende e recebe apenas crianças e adolescentes carentes.
Sentindo o enorme contraste de realidade, Arthur começa a conhecer uma vida que não conseguia sequer imaginar que existia. Sem abandonar seu espírito de revolta e maldade, causando muitos conflitos, ele transforma o cotidiano dos internos.
Com personagens marcantes, A diferença que fiz mostra o quanto somos capazes de transformar o mundo – para o bem ou para o mal. Essa história emocionante faz com que tenhamos uma visão mais clara das pessoas que devemos dar valor e das mudanças que devemos buscar em nós mesmos.

Livro: A diferença que fiz
480 páginas || Skoob || Cortesia: Editora Generale || OndeComprar ||






Resenha - O Par Perfeito





Aos oito anos, Elise traçou a meta mais importante de sua vida quando viu seu pai e sua mãe se beijando apaixonadamente: ela encontraria o par perfeito e teria um relacionamento tão idílico quanto o de seus pais. O tempo passou. Elise cresceu tanto que os olheiros não cansavam de chamá-la parar fazer testes em agências de modelos. Mas a moça, depois do segundo desfile, desistiu da carreira glamorosa das passarelas. Desistiu também da faculdade de Pedagogia, de Turismo, e do emprego como vendedora. A verdade é que, mesmo aos 26 anos, Elise não tem certeza do que quer ser “quando crescer”. Quer dizer, ela ainda está certa sobre a busca do “príncipe encantado” e seu conto de fadas. (Retirei boa parte da sinopse para evitar spoilers)





Livro: O Par Perfeito
480 páginas || Skoob || Cortesia: Editora Coerência || Onde comprar






Resenha - Não tão primos





Tudo parece sem cor. As férias começaram com um romance e acabaram como um filme de terror. Agora as aulas vão recomeçar e Bernardo terá que enfrentar os meninos que o agrediram e lidar com a nova emoção que insiste em seguir os seus passos: o medo. Apesar de tudo, Bernardo não está sozinho, Gustavo chegou para recolorir o seu mundo. Gustavo e Bernardo são meio que primos, ou melhor, Não Tão Primos.Os dias podem se tornar cinza por algum tempo, mas jamais perderão o calor, pois a famosa cidade do verão eterno não deixa que os corações fiquem frios por muito tempo. Prepare-se para aquecer e colorir o seu mundo com Bernardo e seus amigos. Seja bem-vindo a São Pietro!




Livro: Não Tão Primos
200 páginas || Skoob || Cortesia: Editora Coerência || Onde comprar